Cuiabá fez 3.543 fiscalizações e R$490,771 em multas em julho
Prefeitura, pela SORP, amplia operações de ordenamento — de retirada de cabos a uso de drones e portal com IA.

A Prefeitura de Cuiabá, pela Secretaria Municipal de Ordem Pública (SORP), realizou 3.543 ações de fiscalização em julho de 2026, com R$ 490.771,69 em autuações.
As autuações tiveram média de R$ 138,52 e multas podem chegar a R$ 30.000 em casos gravíssimos.
A SORP lidera frentes como Operação Cidade Limpa na Avenida Palmiro Paes de Barros, ações em Avenida República do Líbano, MT-251 e Avenida dos Florais para retirar publicidade irregular e poluição visual.
A Operação Telefone Sem Fio, 7ª edição, atuou na Avenida Fernando Corrêa da Costa (entre o viaduto da UFMT e a passarela da Trescinco) e recolheu 700 quilos de cabos irregulares; o Procon Municipal dá atendimento pelo WhatsApp durante as ações.
No Centro Histórico, a fiscalização intensificou a fiscalização em Rua 13 de Junho, Praça Ipiranga, Praça da República e nos calçadões da Avenida Getúlio Vargas, com diálogo iniciado em 2025 e possibilidade de apreensão de mercadorias para quem descumprir notificações.
Equipes interditaram e removeram trailers irregulares e abandonados na Avenida dos Trabalhadores, diferenciando casos de trabalhadores regulares de estruturas sem utilização.
Em julho foi lançado o Portal Integrado da SORP, com assistente virtual baseado em inteligência artificial, reunindo Procon, Bem Estar Animal, Meio Ambiente e Defesa Civil.
Em agosto, a Operação Escudo Verde passou a usar drones com câmeras de alta resolução e sensores térmicos para monitorar terrenos, identificar mato alto e localizar focos de queimadas.
Com base na Lei Municipal nº 589/2025, terrenos com vegetação acima de 50 centímetros podem receber autuação imediata sem notificação prévia.
A SORP avança para novas fases das operações Retomada e Raio de Ordem, integrando diferentes órgãos e forças de segurança para enfrentar irregularidades no funcionamento de estabelecimentos, ocupação de espaços públicos e perturbação do sossego.
A fiscalização mantém atenção especial às queimadas, responsabilizando por omissão (terreno com mato e lixo) e por uso doloso ou culposo do fogo conforme a legislação ambiental.
A Prefeitura afirma que a prioridade é orientar comerciantes, ambulantes, prestadores de serviço e proprietários de imóveis, mas que medidas administrativas serão aplicadas quando regras continuarem sendo descumpridas.