MPTO recomenda revisão do concurso de Araguaína por irregularidades nas cotas e correção
Prefeitura e IDIB têm prazos legais para adotar providências e responder ao Ministério Público.

O Ministério Público do Tocantins recomendou que a Prefeitura de Araguaína e o IDIB revisem o concurso por possíveis irregularidades na aplicação das cotas e na correção das provas discursivas.
A Prefeitura de Araguaína e o IDIB têm 10 dias para adotar as medidas recomendadas e 15 dias para apresentar resposta ao Ministério Público.
Para o cargo de professor, a banca convocou 1.337 redações para correção, embora 1.863 candidatos tenham sido classificados na prova objetiva — diferença de 526 candidatos. O MPTO aponta possíveis prejuízos a indígenas, quilombolas e pessoas com deficiência e questiona a distribuição de vagas reservadas. O órgão também questiona a composição da equipe de avaliação biopsicossocial. O concurso registra 38.350 inscritos, oferece 1.533 vagas, entre imediatas e cadastro de reserva, e salários de até R$ 16,4 mil.
1.337 — redações convocadas para correção no cargo de professor
1.863 — candidatos classificados na prova objetiva para professor
526 — diferença entre classificados e redações convocadas
38.350 — inscritos no concurso
1.533 — vagas ofertadas (imediatas + cadastro de reserva)
R$ 16,4 mil — maior salário ofertado