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Status sanitário do Brasil é estável, diz secretário do Ministério da Agricultura

Carlos Goulart pediu vigilância permanente e citou influenza aviária, novas pragas em Santa Catarina e Rio Grande do Sul

Redação POLITICA.TO8 de set. de 2026 · 19h036 acessos📲 Enviar no WhatsApp
Status sanitário do Brasil é estável, diz secretário do Ministério da Agricultura
Reprodução: lealjunior.com.br

O secretário Carlos Goulart afirmou nesta terça (8/9) que o status sanitário brasileiro está estável, mas exige alerta constante.

Isso implica manutenção de monitoramento ativo e decisões sobre regionalização e vacinação para não interromper o comércio internacional de carne.

Goulart é secretário de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura; ele citou a influenza aviária como risco principal para aves e lembrou um foco registrado em granja comercial até hoje.

O Brasil é, segundo ele, o segundo maior produtor e principal exportador de carne de aves, o que aumenta a atenção sobre a influenza aviária.

Sobre vacinação, Goulart disse que ela é "importante para a produção de ovos" e que a discussão ocorre para médio e longo prazos.

O ministério mantém radar, monitoramento permanente, vigilância ativa e passiva para detectar eventuais ameaças, afirmou Goulart.

O país tem quatro emergências sanitárias vigentes e ampliou listas de ocorrência de pragas em Estados do Sul nesta terça-feira (8/9).

4 — emergências sanitárias vigentes: monilíase do cacaueiro; mosca-da-carambola; influenza aviária; vassoura-de-bruxa da mandioca, no Amapá.

Santa Catarina — inclusão da praga quarentenária presente Amaranthus palmeri (caruru gigante), detectada pela primeira vez no início deste ano.

Rio Grande do Sul — inclusão das bactérias Candidatus Liberibacter americanus e Candidatus Liberibacter asiaticus, causadoras do greening dos citros.

Goulart afirmou que "o sistema de defesa precisa estar alerta, pois o imponderável pode acontecer", e garantiu que o Brasil está preparado para qualquer ameaça.

Próximo passo: manutenção da capacidade de monitorar em níveis federal e estadual e continuidade das ações de vigilância e regionalização comercial.