Tocantins inicia 2026 com adaptação dos sistemas para rastreabilidade bovina individual
Etapa 2 do PNIB vigora em 2026 e prepara integração das bases estaduais à Base Central do Mapa.

Brasil entrou em 2026 na Etapa 2 do Plano Nacional de Identificação Individual de Bovinos e Búfalos (PNIB), para integrar bases estaduais ao sistema federal.
A Etapa 2 vale de 1º de janeiro a 31 de dezembro de 2026 e exige que os órgãos estaduais adequem sistemas informatizados e bases oficiais; o cronograma federal vai de 2025 a 2032.
No Tocantins, o Governo estadual fez a primeira brincagem simbólica de identificação durante a Agrotins 2026 e lançou o programa Rastreia Tocantins por decreto, alinhado ao PNIB.
O PNIB prevê interoperabilidade entre a Base Central federal e as bases estaduais para acompanhar histórico e movimentações dos animais e ampliar controle sanitário e acesso a mercados.
A Etapa 3 ocorrerá de 2027 a 2029 e marca o início da identificação individual dos animais que passarem por manejo sanitário ou protocolos privados; a Etapa 4 vai de 2030 a 2032, com identificação obrigatória antes da primeira movimentação.
O plano define identificação única com numeração ISO 076 seguida de 12 dígitos e permite brinco auricular tipo bandeira e/ou botton, eletrônicos ou não; regra geral é identificar o animal, no máximo, antes da primeira movimentação.
11,7 milhões — rebanho estimado do Tocantins
70 mil — propriedades rurais no estado
2025–2032 — prazo total de implementação do PNIB
1º jan–31 dez 2026 — Etapa 2 (adequação estadual)
2027–2029 — Etapa 3 (início da identificação individual)
2030–2032 — Etapa 4 (identificação obrigatória antes da movimentação)
A identificação individual começará em 2027 para animais em manejo sanitário, incluindo vacinação contra brucelose conforme o PNCEBT; dados devem ser registrados na Base Central até o fim de 2029.
Próximo passo: estados têm 2026 para ajustar sistemas; a identificação efetiva dos animais inicia com a Etapa 3 em 2027.