ELEIÇÕES 2026Faltam 18 diasCandidatos →
InícioEleições
Eleições

TRE-MA marca eleição suplementar em Nova Olinda do Maranhão para 6 de dezembro de 2026

Mandatos de Ary Menezes (PP) e Ronildo da Farmácia (MDB) foram cassados por compra de votos; presidente da Câmara assume interinamente.

Redação POLITICA.TO8 de set. de 2026 · 22h354 acessos📲 Enviar no WhatsApp
TRE-MA marca eleição suplementar em Nova Olinda do Maranhão para 6 de dezembro de 2026
Reprodução: bico24horas.com.br

O TRE-MA marcou para 6 de dezembro de 2026 a eleição suplementar para prefeito e vice de Nova Olinda do Maranhão.

As convenções ocorrem entre 21 de setembro e 7 de outubro; pedidos de registro de candidaturas vão até as 19h de 17 de outubro.

Os mandatos de Ary Menezes (PP) e do vice Ronildo da Farmácia (MDB) foram cassados por compra de votos, oferta de dinheiro, materiais de construção e empregos, decidiu a juíza Patrícia Bastos de Carvalho Correia, da 80ª Zona Eleitoral, com sede em Santa Luzia do Paruá.

A diferença de apenas dois votos entre Ary Menezes e Thaymara Muniz foi considerada determinante pela juíza para demonstrar o impacto das irregularidades no resultado.

Com a vacância do cargo, o presidente da Câmara Municipal, José Alberto Lopes Sousa, assumiu interinamente a Prefeitura até a nova eleição.

Podem votar eleitores com domicílio eleitoral em Nova Olinda do Maranhão desde 8 de julho de 2026; candidatos precisam estar filiados a partido desde 6 de junho de 2026.

Partidos devem ter estatutos registrados no TSE até 6 de junho de 2026 e órgão de direção constituído no município até a data da convenção; federações só concorrem se tiverem registro deferido pelo TSE até a mesma data.

A disputa será em chapa única e indivisível; partidos e federações poderão formar coligações para prefeito e vice.

Eleitores ausentes poderão justificar no dia pelo aplicativo e-Título, pelo sistema Justifica, no Cartório Eleitoral ou na Mesa Receptora; quem não justificar tem até 60 dias após a eleição, com prazo final em 4 de fevereiro de 2027.

Ary Menezes chegou a ser preso na Operação 'Cangaço Eleitoral' em dezembro de 2024, cumpriu três dias de prisão temporária e foi solto em 17 de dezembro de 2024.

A defesa de Ary e Ronildo alegou ilegalidade nas provas e tumulto processual; a magistrada rejeitou os argumentos e manteve a cassação por abuso de poder econômico e compra de votos.