121 dos 315 candidatos ao Senado têm 60 anos ou mais (38,4%)
Participação de 60+ sobe 2,6 pontos percentuais em relação a 2018, apesar de cinco candidaturas a menos.

121 das 315 candidaturas ao Senado em 2026 são de pessoas com 60 anos ou mais, o equivalente a 38,4% do total.
Em 2018 havia 126 candidatos com 60+ entre 352 candidaturas (35,8%): são cinco a menos no número absoluto e alta de 2,6 pontos percentuais na participação.
Entre os 121 candidatos de 60+, 42 têm 60 a 64 anos, 42 têm 65 a 69, 21 têm 70 a 74, 14 têm 75 a 79 e 3 têm 80 anos ou mais.
Ao todo 37 candidatos têm 70 anos ou mais (11,7% das candidaturas); em 2018 eram 35 (9,9% das 352 candidaturas).
A candidata mais velha é Marlene Soccas (UP-SC), nascida em 25 de setembro de 1934; o homem mais velho é Carlos Sodré (Mobiliza-BA), nascido em 30 de agosto de 1946.
Dos 121 candidatos com 60 anos ou mais, 103 são homens e 18 são mulheres.
Na faixa dos 35 aos 39 anos há 21 candidatos (15 homens e 6 mulheres), o que representa 6,7% das candidaturas; em 2018 eram 33 (9,4%).
A Constituição exige idade mínima de 35 anos para disputar o Senado.
A projeção do IBGE para 2026 aponta cerca de 36,6 milhões de brasileiros com 60 anos ou mais (17,1% da população) e cerca de 16,2 milhões entre 35 e 39 anos (7,6% da população).
Esta será a primeira eleição ao Senado em que pessoas nascidas depois da promulgação da Constituição, em 5 de outubro de 1988, poderão disputar; entre os 21 candidatos de 35 a 39 anos, 12 nasceram depois dessa data (7 homens e 5 mulheres).
Entre os mais jovens estão Filipe Barros (PL-PR), nascido em 29 de maio de 1991, e Renatinha (DC-SE), nascida em 27 de abril de 1991; ambos têm 35 anos.
Os dados de candidaturas aqui citados são os registrados no Tribunal Superior Eleitoral até o fechamento desta edição e podem mudar até outubro.