Eleições

Contratos administrativos e direito ao reequilíbrio pelo câmbio

Informação publicada por ConJur.

PRedação Política.NEWS30 de out. de 2026, 10h00

Neste final de outubro, o dólar registrou elevação atípica e ainda não retornou aos patamares do ambiente regular de comércio exterior. Na segunda-feira, 26 , a moeda saiu de R$ 4,99, fechamento da sexta-feira anterior, para R$ 5,40, alta de 8,22%, depois de tocar R$ 5,51 pela manhã, alta de 10,44%. O cenário verificado não foi e nem está sendo de apenas mais um dia de dólar ou euro em alta. Uma valorização que chega a dois dígitos em um único pregão não é a flutuação cotidiana que todo importador inclui em sua margem para preço. É um evento de outra natureza. A história do real teve poucos choques dessa magnitude. Entre janeiro e março de 1999, com o fim das bandas cambiais, o dólar subiu cerca de 80% frente ao real, de R$ 1,21 para R$ 2,15. Na crise de 2008, a depreciação foi de 27,25% entre 15 de setembro e 31 de dezembro. Na pandemia, a alta acumulada chegou a 47% até maio de 2020.

As informações são de ConJur. Leia a matéria completa em: https://conjur.com.br/2026-out-30/contratos-administrativos-e-direito-ao-reequilibrio-pelo-cambio/

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