Flávio Bolsonaro aceita abrir sigilos, mas impõe condições a Lula e aliados
Petição entregue ao TSE nesta quarta (21) abre sigilos de 20 anos de Flávio apenas se dados de Janja, Instituto Lula, Lulinha e gastos da Presidência também forem divulgados.

Flávio Bolsonaro aceita abrir sigilos bancário, fiscal e telefônico dos últimos 20 anos, desde que sejam divulgados dados de Janja, do Instituto Lula, de L.I.L.S. Palestras, de familiares de Lula e dos gastos do cartão corporativo da Presidência.
O senador e candidato apresentou a petição ao Tribunal Superior Eleitoral nesta quarta-feira (21) em resposta ao desafio feito por Luiz Inácio Lula da Silva no debate da Band, em 18 de junho, e formalizado na Justiça Eleitoral em 20 de junho; o documento foi encaminhado ao ministro André Mendonça, relator do caso no TSE.
Na petição, Flávio exige acesso a informações bancárias, fiscais e telefônicas relacionadas ao Instituto Lula, à empresa L.I.L.S. Palestras e a negócios ligados a familiares do presidente, incluindo Fábio Luís Lula da Silva (Lulinha); também condiciona a abertura de seus dados à apresentação de autorizações de assessores próximos a Lula, citando Marco Aurélio Santana Ribeiro (Marcola).
O senador reforçou publicamente as exigências durante agenda em Guarulhos, São Paulo, nesta quarta-feira (21).