Laudos apontam alterações na água de Itapeva após 2,6 mil casos
Instituto Adolfo Lutz detectou problemas na cloração, cor e turbidez entre 22/9 e 7/10; investigação segue em curso.

Laudos do Instituto Adolfo Lutz identificaram alterações na qualidade da água distribuída em Itapeva (SP).
As evidências apontam que a água da rede pública pode ser a fonte comum das 2.686 pessoas com gastroenterite registradas até sábado (17).
A Secretaria Estadual da Saúde de São Paulo (SES-SP) informou que os laudos apontaram alterações de cloração, cor e turbidez no período entre 22 de setembro e 7 de outubro.
As coletas de água foram encaminhadas ao Instituto Adolfo Lutz em Sorocaba (SP) para análise, e as investigações estão em andamento.
A apuração municipal começou depois que 700 moradores apresentaram sintomas semelhantes em quatro dias, com relatos de vômitos e diarreia.
A SES-SP orienta consumir alimentos bem cozidos, higienizar as mãos antes de preparar alimentos e usar hipoclorito de sódio a 2,5% para desinfecção da água.
A Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) declarou que não identificou anomalias na água encanada em Itapeva.
2.686 — moradores afetados até sábado (17)
22/9 a 7/10 — período em que foram registradas alterações de cloração, cor e turbidez
700 — número de pessoas que motivaram a apuração após sintomas em quatro dias
As investigações seguem para confirmar a origem dos surtos e orientar medidas de controle.