Mobilidade em SP: o que cabe ao governo estadual em transporte
Planejamento, regulação e fiscalização de trens, metrô, ônibus e estradas são responsabilidades do próximo governador.

O governo de São Paulo responde pelo planejamento, regulação e fiscalização de trens, metrô, ônibus e estradas.
Na prática, isso implica administrar contratos distintos — por exemplo, uma trabalhadora de Diadema precisa de três cartões para ir ao trabalho, e pedágios em rodovias estaduais obedecem a contratos assinados em épocas diferentes.
Grande parte dos serviços é operada pela iniciativa privada, e dezenas de linhas de trem, metrô, ônibus e balsas precisam ser integradas para conectar cidades que funcionam como uma única região metropolitana.
O desafio para o próximo governador é coordenar planejamento, integração e fiscalização de uma rede que transporta milhões de pessoas diariamente, além de gerir contratos e regras distintas entre modal e modal.
3 cartões — exemplo de multiplicidade tarifária no deslocamento entre Diadema e locais de trabalho
dezenas de linhas — necessidade de integração entre trem, metrô, ônibus e balsas
O próximo passo é que o candidato ao governo apresente propostas concretas de gestão e integração da mobilidade antes das eleições de 2026.