Por que as emergências de Porto Alegre enfrentam superlotação e restrições constantes
Informação publicada por Gaúcha Zh.

Por que as emergências de Porto Alegre enfrentam superlotação e restrições constantes Sentada há horas em uma cadeira sob medicação para dor intensa injetada no braço, a vigilante Clarisse Faiet dos Santos, 50 anos, passou a noite do dia 2 de outubro em claro na emergência do Hospital de Clínicas de Porto Alegre. — Hoje estava superlotado. Não teve condições de arrumar maca mesmo. Frustrante. É complicado passar a noite toda assim, mas pelo menos o atendimento a gente está conseguindo — desabafa a moradora da Lomba do Pinheiro, que passou mal enquanto se deslocava para o trabalho, no Centro. Há poucos metros dela, Nara Regina Borges Ramires, 58, estava de máscara em uma maca no corredor, aguardando há dois dias uma vaga .
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