Psicóloga diz ter ajudado a “salvar” Santa Casa de São Lourenço do Sul
Relato reúne 16 anos de atuação, apoio de prefeitos e repasses federais que reabriram setores, inclusive a maternidade
A psicóloga e conselheira relata ter atuado por 16 anos na crise da Santa Casa de Misericórdia de São Lourenço do Sul e afirma que a instituição foi recuperada com apoio público.
Ela diz que a recuperação incluiu reabertura de diversos setores, inclusive a maternidade, após articulação do município e repasse federal via aumento do Teto MAC ao hospital.
A autora descreve sua trajetória: trabalhou como psicóloga de apoio matricial em Saúde Mental na atenção básica, foi gestora da Rede de Saúde Mental do município durante as gestões dos prefeitos Zé Nunes e José Daniel Raupp Martins e com o prefeito Dr. Arilson Cardoso e o então secretário de Saúde.
Depois, passou oito anos sem cargo público atuando como conselheira de saúde, acompanhando a crise que afetou a Santa Casa, onde seu filho nasceu.
Ela cita liderança do prefeito Zelmute Marten, atuação do secretário Diego Elias e apoio do Conselho Municipal de Saúde na mobilização pela recuperação da instituição.
A autora afirma que o ministro Alexandre Padilha e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva liberaram o aumento do Teto MAC para o hospital e que parlamentares como Zé Nunes e Alexandre Lindenmeyer deram apoio parlamentar para preservar a Santa Casa.
"Eu sou uma soldada do SUS, nós SALVAMOS A SANTA CASA", diz ela, resumindo sua participação no processo.
A autora também afirma que nenhum parlamentar da extrema direita se colocou como parceiro no pleito pela recuperação da Santa Casa.