24% das empresas ainda não simulam impactos da Reforma Tributária
Levantamento com 70 gestores entre maio e junho de 2026 mostra falta de preparação em finanças, contratos e tecnologia.

24% das empresas consultadas não simularam os impactos financeiros da Reforma Tributária.
Para 54% das empresas a reforma apresenta mais riscos do que oportunidades, e 83% dizem que sua posição competitiva poderá ser alterada com as novas regras.
A pesquisa da Roit ouviu 70 gestores de médias e grandes empresas entre maio e junho de 2026; apenas 9% realizaram estudos detalhados sobre os impactos.
37% das empresas não avaliaram o impacto do split payment no capital de giro, e 34% não sabem como a reforma afetará preços e margens de lucro.
A adaptação tecnológica é precária: 1% se considera preparada para operar com os dois sistemas tributários durante a transição, e 27% sequer discutiram os impactos em tecnologia.
Na área jurídica, 37% ainda não revisaram contratos com foco na reforma, enquanto 36% estão apenas começando essa revisão.
70 — gestores ouvidos entre maio e junho de 2026
24% — não simularam impactos financeiros
9% — fizeram estudos detalhados
37% — não avaliaram split payment no capital de giro
34% — não sabem efeito sobre preços e margens
1% — preparados para operar com dois sistemas
27% — não discutiram impactos tecnológicos
37% — não revisaram contratos
A transição inclui a criação da CBS federal e do IBS compartilhado entre estados e municípios, com implementação que seguirá até 2033.