7 de setembro em Goiás: palanques divididos entre liturgia e mobilização política
Candidatos adotaram estratégias distintas na reta final da campanha, do desfile institucional a atos conservadores e agendas no Entorno e no interior.

No 7 de setembro de 2026, candidatos em Goiás dividiram palanques entre atos cívicos e mobilizações políticas.
A campanha entrou na fase mais intensa para a reta final, com cada candidatura ocupando espaços diferentes nas ruas e na mídia.
Daniel Vilela passou a véspera alinhando discurso com prefeitos do interior e ajustando a comunicação sobre segurança pública; no feriado participou do Desfile Cívico-Militar da Prefeitura de Goiânia e destacou avanços na área.
Wilder Morais concentrou esforços em Goiânia organizando caravanas e logística, e liderou uma grande mobilização conservadora na Praça Tamandaré acompanhado de Ana Paula Rezende, Gustavo Gayer e lideranças do agronegócio.
Marconi Perillo dedicou a véspera a encontros regionais e gravações de TV; no dia 7 esteve em Formosa, participou de um culto religioso, caminhou com apoiadores e à tarde voltou à capital para uma sabatina ao vivo e novas gravações.
Luis Cesar Bueno passou a véspera com comitês populares no entorno do Distrito Federal preparando materiais digitais ligados à imagem do presidente Lula; no feriado viajou a Itumbiara para se reunir com pequenos produtores e cooperativas agroecológicas e depois retornou a Goiânia para gravações de TV.
Luciana Amorim e Danilo Pinheiro concentraram o 7 de setembro em agendas ligadas ao Grito dos Excluídos, mantendo diálogo com movimentos sociais e pautas tradicionais da esquerda.
A véspera do feriado teve reuniões internas, gravações de programas eleitorais e mobilizações regionais por todas as campanhas, com ênfase distinta para segurança pública, mobilização conservadora, críticas à reforma tributária e aproximação a movimentos sociais.