Campanha presidencial acelera após Datafolha; agendas e estratégia mudam
Na sexta (21/8) candidatos focaram em estados-chaves; no sábado (22/8) equipes ajustaram rotas e conteúdos digitais

Sexta-feira, 21 de agosto, teve agendas intensas: Lula vistoriou obras na BR‑116 em Governador Valadares e fechou com comício na Praça da Estação, em Belo Horizonte, oficializando seu palanque mineiro.
O efeito prático veio no sábado, 22 de agosto: campanhas fizeram ajustes internos após a repercussão do Datafolha, com mudanças de prioridade entre atividade presencial e produção de conteúdo.
Flávio Bolsonaro dedicou 21/8 à Baixada Fluminense — discursou em Nova Iguaçu defendendo medidas mais duras de segurança e participou de carreata em Duque de Caxias; Ronaldo Caiado fez corpo a corpo no Mercado Municipal de São Paulo; Romeu Zema conversou com comerciantes na Rua 25 de Março, em São Paulo; Renan Santos gravou materiais e visitou comunidades em Maceió.
No sábado, Lula cumpriu compromissos oficiais como presidente e não deve ir às ruas, enquanto sua equipe trabalha para conter oscilações de rejeição detectadas pelo Datafolha; Flávio Bolsonaro e Romeu Zema priorizaram reuniões estratégicas e mobilização digital.
Outros candidatos também mantiveram agendas específicas em 22/8: Augusto Cury grava conteúdos em Ribeirão Preto; Hertz Dias cumpre agenda em Juiz de Fora; Edmilson Costa atende imprensa; Pablo Marçal e Clariana Barão gravam em estúdios para material audiovisual.
As campanhas passaram a recalibrar táticas após o primeiro termômetro de pesquisa: ações serão divididas entre corpo a corpo em pontos chave e produção de conteúdo para redes sociais nos próximos dias.