Sebastião Neto diz ter sido perseguido por grupo do prefeito antes da posse
O médico nega motivos familiares ou financeiros e deixará a rede pública de Piranhas; começa atendimento em Mozarlândia em outubro.

Sebastião Neto afirmou que sua saída da rede pública de Saúde de Piranhas não foi motivada por questões familiares nem financeiras.
Ele disse que a perseguição começou antes da posse do prefeito Professor Fábio Lasserre, durante a formação da equipe de governo.
Sebastião relatou que, ainda na campanha, Lasserre pediu seu voto e que ele respondeu que votaria no prefeito em exercício por gratidão — episódio que, segundo o médico, iniciou as perseguições.
O profissional afirmou que continuou sofrendo impedimentos após a posse e que chegou a ser proibido de realizar procedimentos no Hospital Municipal Cristo Redentor.
Sebastião disse que a situação tornou inviável sua permanência na rede pública de Saúde de Piranhas e que, após mais de três décadas de serviços à população piranhense, deixará o município.
Ele esclareceu que a remuneração não determinou sua decisão, reconheceu que receberá valor maior em Mozarlândia e afirmou que outros profissionais já recebem remunerações superiores na própria rede municipal de Piranhas.
Sebastião Neto passará a atender em Mozarlândia a partir de outubro.