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Só 1 em cada 10 jovens checa se informação online é verdadeira

Pesquisa mostra uso intenso de redes e IA por jovens; Conselho Nacional de Educação aprovou diretrizes iniciais sobre IA na escola.

Redação POLITICA.GO25 de ago. de 2026 · 05h054 acessos📲 Enviar no WhatsApp
Só 1 em cada 10 jovens checa se informação online é verdadeira
Reprodução: ohoje.com

De cada dez jovens brasileiros entre 16 e 24 anos, apenas um costuma verificar ativamente se a informação encontrada na internet é verdadeira.

A aprovação inicial de diretrizes pelo Conselho Nacional de Educação trata a inteligência artificial como apoio à aprendizagem, mas reafirma que ela não substitui o raciocínio do estudante nem o acompanhamento de um adulto.

Entre os jovens de 16 a 24 anos, 17% dizem se informar exclusivamente por redes sociais ou aplicativos de mensagem.

O ChatGPT já é usado por 47% dos internautas brasileiros, e dúvidas banais — matemática, história, indicação de livros — passam a ser resolvidas online antes de consultar alguém em casa.

A pesquisa TIC Kids Online Brasil mostra que 10% das crianças e adolescentes recorreram a inteligência artificial para conversar sobre problemas pessoais ou emoções.

Desde março, o ECA Digital estabelece medidas para proteção de menores online, como verificação de idade, vínculo de contas de crianças e adolescentes a responsáveis e maior transparência das plataformas.

“Para os jovens, o TikTok não é só entretenimento; o ChatGPT entrega tudo pronto e rápido, mas nem sempre é confiável”, afirmou Marco Giroto, fundador da SuperGeeks.

Os responsáveis devem orientar sobre origem da informação: quem produziu, se há evidências e se outras fontes confirmam — diálogo que reconhece limites da tecnologia.

10% — jovens de 16 a 24 anos que checam ativamente informações online

17% — jovens que usam só redes sociais ou mensagens para se informar

47% — internautas brasileiros que já usam o ChatGPT

10% — crianças e adolescentes que usaram IA para questões pessoais

O texto das diretrizes precisa passar pelo plenário do CNE e ser homologado pelo Ministério da Educação antes de valer como política nacional.

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