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Wederson Lopes rebate gestor e defende jardins de chuva de Anápolis

Na sessão da Câmara em 20.out, o vereador disse que críticas são 'mal‑informadas' e vai convidar o autor das declarações.

PRedação Política.GO20 de out. de 2026, 12h01
Wederson Lopes rebate gestor e defende jardins de chuva de Anápolis
Reprodução: anapolis.go.leg.br

O vereador Wederson Lopes (UB) usou a tribuna da Câmara em 20.out para contestar declarações de um gestor ambiental habilitado em gerenciamento de recursos hídricos, que chamou de “mal‑informado”.

Ele pretende convidar o professor que deu a entrevista para visitar a Câmara e receber esclarecimentos sobre o projeto de revisão do Plano Diretor e o Plano de Macrodrenagem em implantação.

Wederson afirmou que houve várias oficinas convocadas pelo Executivo para receber sugestões ao Plano Diretor nas regiões sul, leste, norte e oeste da cidade, e lembrou que o projeto ainda será encaminhado pelo Executivo à Câmara para discussão e novas contribuições.

O vereador refutou críticas às Soluções Baseadas na Natureza (SBN) e defendeu a integração do Plano da Macrodrenagem Verde com a macrodrenagem cinza — incluindo bocas‑de‑lobo e galerias de águas pluviais.

Ele explicou que os jardins de chuva implantados em locais como Recanto do Sol, Praça Dom Emanuel e Avenida Brasil têm a função de reduzir vazão e volume de água, além de favorecer infiltração para recompor o lençol freático.

Sobre resultados, Wederson afirmou que, “depois de oito anos da implantação, não há início de qualquer processo erosivo” nesses pontos e que os projetos foram feitos com “cálculo e técnica”.

Os jardins de chuva chamaram atenção da Universidade de Brasília, foram destaque no Jornal Nacional, foram copiados por vários municípios e receberam prêmios do CREA, além de premiações em Washington e na Holanda.

Ele citou o especialista Antônio Zayek como participante da criação e gestão desses projetos e criticou o professor da entrevista por dizer que os jardins eram “valas de escoamento” e “simplesmente buracos abertos onde foram jogadas pedras”.

Wederson lembrou que os projetos de macrodrenagem foram elaborados por uma equipe multidisciplinar (paisagistas, engenheiros e arquitetos) que assinou a Anotação de Responsabilidade Técnica (ART).

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