21 organizações pedem internet aberta 72 horas antes da eleição
Campanha Democracia Sem Franquia lança site, projeta mensagens em São Paulo e prepara ingresso como amici curiae no STF
21 organizações lançaram a campanha Democracia Sem Franquia e pedem suspensão temporária de franquias de dados nas 72 horas antes da votação.
As entidades prepararam pedidos de habilitação como amici curiae no STF e lançaram o site democraciasemfranquia.com.br para mobilização pública.
A ação no STF foi ajuizada pela Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) e pelo Partido Verde (PV); o ministro Cristiano Zanin determinou que Anatel e outros órgãos se manifestem em 48 horas.
A CNTE convocou professores e trabalhadores da educação a defenderem a medida, e a campanha reuniu organizações de direitos digitais, comunicação, educação e direitos humanos, incluindo a Fenadados.
Na noite de 24 de setembro de 2026 a campanha projetou frases em um edifício de São Paulo, com mensagens como “1 em 3 brasileiros fica sem internet todo mês” e “Voto livre é voto bem informado”.
O manifesto da campanha afirma que a suspensão temporária não altera contratos permanentes; o objetivo é permitir acesso à imprensa, serviços públicos e mecanismos de busca mesmo após o esgotamento do pacote.
21 — número de organizações que aderiram à campanha
72 horas — período anterior à votação para suspensão das franquias pedido pelas entidades
48 horas — prazo dado por Cristiano Zanin para que Anatel e outros órgãos se manifestem
"Voto livre é voto bem informado", frase projetada em São Paulo na noite de 24 de setembro de 2026, integrou a mobilização urbana da campanha.
As organizações dizem que vão apresentar pedidos de habilitação como amici curiae no STF e fornecer argumentos técnicos e jurídicos sobre os impactos da interrupção de acesso à internet; o site democraciasemfranquia.com.br funciona como hub de apoio.