Candidatos ao Senado de SC respondem: primeiras medidas propostas
Seis nomes foram questionados; três enviaram respostas detalhadas sobre ações já nos primeiros dias de mandato.

Seis candidatos ao Senado por Santa Catarina receberam a pergunta sobre a primeira medida concreta que defenderiam em Brasília.
Santa Catarina terá duas vagas no Senado em 2026, e as respostas focam em orçamento, infraestrutura e reforma do pacto federativo.
Responderam Afrânio Boppré (PSOL), Esperidião Amin (PP) e Antídio Lunelli (MDB); Carol De Toni (PL), Décio Lima (PT) e Carlos Bolsonaro não retornaram e ficaram de fora da publicação.
Afrânio Boppré propõe apresentar um pacote prioritário nos primeiros dias: instituir Orçamento Participativo federal, pedir urgência para acabar com a escala 6×1 e apresentar projeto de lei para proibir apostas virtuais ("as apostas virtuais têm drenado a renda das famílias brasileiras").
Esperidião Amin quer viabilizar investimentos em logística — citou a BR-101, Morro dos Cavalos, Itajaí, BR-280, BR-480 e BR-282 — e defender o ressarcimento de mais de R$ 385 milhões que o Estado teria colocado no caixa do governo para obras do DNIT.
Antídio Lunelli prioriza mudar o pacto federativo para aumentar repasses a Santa Catarina e aos municípios, com impacto direto na saúde, e defende reforma do Supremo Tribunal Federal com regras de escolha, critérios e mandato definidos; afirmou que buscará apoio da bancada catarinense e de senadores de outros estados.
R$ 385 milhões — valor citado por Esperidião Amin como ressarcimento que o Estado busca do governo federal.
A publicação deixou de fora candidatos que não enviaram resposta dentro do prazo.