Direitos de acessibilidade no voto: atendimento, urna adaptada e voto assistido
Não é preciso laudo médico nem cadastro prévio; prioridades valem no Rio Grande do Sul e em todo o país.

Eleitores com deficiência têm atendimento prioritário, voto assistido e adaptações na urna eletrônica no dia da eleição.
Não é necessário apresentar laudo médico nem cadastro prévio para acessar prioridade ou recursos na seção de votação.
A ordem de preferência na fila coloca eleitores com mais de 80 anos à frente; pessoas com deficiência, com autismo e neurodivergentes entram em seguida, por ordem de chegada.
O eleitor com deficiência pode votar acompanhado por pessoa de sua confiança, que pode entrar na cabine e ajudar a digitar os números; o auxílio deve ser necessário e o acompanhante não pode trabalhar para a Justiça Eleitoral ou partidos políticos.
Recursos na urna eletrônica para deficiência visual incluem teclado mecânico com teclas em alto relevo, marcação em braile, destaque na tecla 5, fones de ouvido e opção de ampliação de fontes para baixa visão.
A urna exibe intérprete em Libras para orientar sobre o cargo em votação e sinalizar votos em branco, nulos ou de legenda, beneficiando eleitores com deficiência auditiva.
O design das urnas e das cabines atende eleitores de diferentes alturas, incluindo cadeirantes e pessoas com nanismo; é permitido o uso de instrumentos mecânicos de tecnologia assistiva que não comprometam o sigilo do voto.
No Rio Grande do Sul, assim como em todo o país, se o local de votação tiver barreiras ou falhas de acessibilidade, o eleitor deve comunicar imediatamente o presidente da mesa receptora de votos da sua seção para receber auxílio adequado.
mais de 80 anos — prioridade na fila antes de pessoas com deficiência