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Dólar sobe 0,47% e se aproxima de R$ 5,20; Bolsa cai abaixo de 184 mil

Movimento ocorreu em 24 de setembro em dia de aversão a risco e com BC vendendo US$ 1 bilhão

Redação POLITICA.RS25 de set. de 2026 · 02h3312 acessos📲 Enviar no WhatsApp
Dólar sobe 0,47% e se aproxima de R$ 5,20; Bolsa cai abaixo de 184 mil
Reprodução: portaleducadorafm.com.br

O dólar à vista fechou em R$ 5,1931, alta de 0,47%, e chegou a R$ 5,202 por volta das 15h nesta quinta (24).

A valorização impulsou a cotação para alta de 0,26% no mês, embora o dólar registre queda de 5,39% no ano; o Banco Central vendeu US$ 1 bilhão em dois leilões de linha.

O Ibovespa encerrou em 183.965,91 pontos, recuo de 0,99%, com máxima intradia de 186.211,43 e mínima de 183.834,97 pontos.

O avanço do dólar e a queda da bolsa acompanharam a alta dos rendimentos dos títulos do Tesouro dos EUA e o fortalecimento do dólar no exterior: o índice DXY subia 0,14%, aos 101,270 pontos por volta das 17h.

O rendimento do Treasury de dez anos chegou a 5,2209% no fim da tarde, ante 5,114% na sessão anterior; é a primeira vez acima de 5% desde 2007.

O petróleo acelerou: o Brent fechou a US$ 106,60 (+3,41%) e o WTI a US$ 94,61 (+2,65%), em meio a incertezas sobre negociações entre Estados Unidos e Irã e possível reabertura do Estreito de Ormuz.

No Brasil, investidores reagiram também às novas projeções do Banco Central: PIB 2026 reduzido de 2% para 1,8% e previsão de crescimento de 1,4% para 2027; os Ministérios da Fazenda e do Planejamento reduziram a necessidade de contenção de despesas de R$ 17,9 bilhões para R$ 16,1 bilhões e elevaram a previsão de déficit efetivo para R$ 80,9 bilhões em 2026.

Dólar à vista: R$ 5,1931 (+0,47%) — máxima intradia R$ 5,202

Ibovespa: 183.965,91 pontos (-0,99%) — máxima 186.211,43; mínima 183.834,97

Dólar no mês: +0,26% — Dólar no ano: -5,39%

Brent: US$ 106,60 (+3,41%) — WTI: US$ 94,61 (+2,65%)

Treasury 10 anos: 5,2209% — sessão anterior: 5,114%

O mercado permanece atento à trajetória dos rendimentos americanos e ao cenário fiscal doméstico, fatores que seguirão influenciando câmbio, juros e ações.