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Fábia Richter diz: situação dos hospitais da Costa Doce é gravíssima

Candidata a deputada federal cobrou ação em Brasília, pediu regulamentação da Rede Integrada de Desenvolvimento e plano regional até 2050

Redação POLITICA.RS17 de set. de 2026 · 23h330 acessos📲 Enviar no WhatsApp
Fábia Richter diz: situação dos hospitais da Costa Doce é gravíssima
Reprodução: acusticafm.com.br

Fábia Richter afirmou nesta quinta (17) que a situação financeira dos hospitais comunitários da Costa Doce é "gravíssima".

Ela citou hospitais de Camaquã, São Lourenço do Sul, Canguçu e Guaíba e pediu articulação política contínua em Brasília para socorrer filas de cirurgias eletivas e procedimentos de alta complexidade do SUS.

A candidata participou do programa Primeira Hora e detalhou diretrizes apresentadas em evento na Associação Comercial e Industrial de Camaquã (ACIC) sobre desenvolvimento econômico, saúde e infraestrutura.

Propôs a criação de um plano regional com projeção até 2050, articulando expansão do ensino técnico e universitário, atração de indústrias e fomento ao agronegócio.

Cobrou a regulamentação e implementação efetiva da Rede Integrada de Desenvolvimento para a Metade Sul, mecanismo aprovado no Congresso que prevê aplicação de parcelas do IPI e do Imposto de Renda em fundos de financiamento com juros reduzidos para empresas e produtores rurais.

Criticou restrições regulatórias do governo estadual que, segundo ela, têm impedido o avanço da avicultura comercial na região por alegações de vigilância sanitária.

Disse que a falta de deputados fortemente vinculados à comunidade local permitiu a criação de barreiras que favorecem outras regiões produtivas do Estado.

Relembrou a mobilização que viabilizou a duplicação de trechos da BR-116 e pediu que políticos, empresários e sociedade civil atuem com a mesma convergência para saúde pública e infraestrutura viária.

Ao abordar a polarização, declarou que sua atuação na Câmara dos Deputados será pautada pela cooperação técnica e pela busca incondicional de investimentos para os municípios gaúchos, independentemente de partidos.

Próximo passo: ela diz que buscará articulação em Brasília para liberar recursos e implementar o plano regional e a Rede Integrada de Desenvolvimento.