Governo amplia subsídios do Minha Casa, Minha Vida em R$ 500 milhões
Conselho do FGTS aprovou a suplementação em 10 de setembro; teto sobe para R$ 13 bilhões e beneficia faixas 1 e 2 (até R$ 5.000).
O Conselho Curador do FGTS aprovou em 10 de setembro a liberação de R$ 500 milhões para subsídios do Minha Casa, Minha Vida, elevando o teto de R$ 12,5 bilhões para R$ 13 bilhões.
A ampliação destina-se aos descontos para famílias das faixas 1 e 2, com renda mensal de até R$ 5.000, e garante recursos para contratações previstas até dezembro.
O reforço foi solicitado pelo Ministério das Cidades e pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) e aprovado em reunião realizada em Brasília em 10 de setembro.
Até setembro, aproximadamente R$ 7,8 bilhões do orçamento inicial já haviam sido utilizados, deixando R$ 5,2 bilhões de capacidade frente ao novo teto de R$ 13 bilhões.
Os R$ 500 milhões adicionais foram direcionados especificamente aos subsídios dos financiamentos habitacionais para faixas 1 e 2, que incluem condições com juros reduzidos e descontos com recursos do FGTS.
A participação depende do cumprimento dos limites de renda, das condições do imóvel e da análise de crédito da instituição financeira; a aprovação dos recursos não garante automaticamente o benefício.
Limites de renda familiar urbana em vigor em 2026: faixa 1 — até R$ 3.200; faixa 2 — de R$ 3.200,01 a R$ 5.000; faixa 3 — de R$ 5.000,01 a R$ 9.600; faixa 4 — até R$ 13.000.
Os descontos da linha financiada podem chegar a R$ 65 mil na Região Norte e a R$ 55 mil nas demais regiões; o valor depende de renda, localização e critérios do financiamento.
R$ 500 milhões — suplementação aprovada pelo FGTS
R$ 12,5 bilhões → R$ 13 bilhões — teto de subsídios em 2026
R$ 7,8 bilhões — já utilizados até setembro
Até dezembro — prazo para as contratações previstas
O próximo passo é usar os recursos ampliados nas contratações de subsídios previstas até dezembro, sujeitas à capacidade orçamentária e às análises dos agentes financeiros.