Pimenta e Pretto são cotados para ministérios de Lula em 2027
Avaliação interna aponta que o Rio Grande do Sul pode ter apenas um ministério no novo governo, que começa em janeiro de 2027.

Paulo Pimenta e Edegar Pretto estão entre os principais nomes gaúchos cotados para integrar o primeiro escalão do governo Lula, com início em janeiro de 2027.
A avaliação de aliados é que o Rio Grande do Sul poderá ocupar apenas um ministério na nova gestão, limitando as indicações estaduais.
Paulo Pimenta, atual líder do governo na Câmara dos Deputados, aparece como possível ministro; opções incluem a Secretaria de Relações Institucionais ou uma pasta de execução de investimentos públicos.
Pimenta disputou o Senado em 2026 e terminou em quarto lugar, ficando sem mandato a partir de janeiro de 2027; no terceiro governo Lula comandou a Secretaria de Comunicação Social e o Ministério Extraordinário da Reconstrução do Rio Grande do Sul.
Edegar Pretto, ex-presidente da Conab e candidato a vice-governador na chapa de Juliana Brizola, é lembrado como possível indicado ao Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar.
Pretto abriu mão da candidatura ao governo estadual para integrar a chapa do PDT; sua participação na campanha é vista como fator favorável a uma eventual indicação, ou, alternativamente, seu retorno à presidência da Conab.
Márcio Tavares dos Santos, secretário-executivo do Ministério da Cultura, é citado para manter a função ou assumir a chefia de gabinete da Presidência; Manuela d’Ávila, terceira colocada ao Senado, não aparece como indicação provável neste momento.
A presença restrita de gaúchos contrasta com 2003, quando cinco lideranças do PT do Rio Grande do Sul ocuparam ministérios no início do primeiro mandato de Lula.
Janeiro de 2027 — início do quarto governo de Lula
2026 — eleição em que Pimenta ficou em quarto lugar no Senado
5 — número de ministros gaúchos no início do governo Lula em 2003
Nenhuma indicação foi confirmada oficialmente; a definição dos ministros depende de negociações políticas e das decisões de Lula sobre a composição da equipe que assumirá em 2027.