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RS-239 registra 16 mortes em 14 acidentes até início de setembro de 2026

Número já supera as 12 mortes de 2025 e se aproxima das 17 de 2024; falta de passarelas e retornos em excesso são apontados como problemas.

Redação POLITICA.RS8 de set. de 2026 · 22h333 acessos📲 Enviar no WhatsApp
RS-239 registra 16 mortes em 14 acidentes até início de setembro de 2026
Reprodução: www.abcmais.com

RS-239 já teve 16 mortes em 14 acidentes de janeiro ao início de setembro de 2026.

O total supera 2025, que registrou 12 mortes no ano, e quase alcança 2024, com 17 óbitos.

A rodovia, entre os vales do Paranhana e do Sinos, tem excesso de retornos e falta de passarelas, fatores citados nas avaliações do Comando de Polícia Rodoviária da Brigada Militar.

Três mortes ocorreram no retorno do km 31, em Sapiranga, em 4 de janeiro: Mateus da Veiga Silva, 21; Nicolly Fernanda Chaviel, 17; e José de Lemos Costa, 72.

Em 24 de janeiro, um ciclista morreu atropelado em Parobé por um veículo que fazia um retorno; o motorista fugiu. Em 3 de fevereiro, João Bock, 48, morreu em colisão frontal no km 79, em Rolante, quando um Ford Escort invadiu a pista contrária.

Em Campo Bom, no km 23, Márcio dos Santos morreu em acidente envolvendo um Chevrolet Corsa e uma Honda CB/300; as ocorrências compõem o total de 16 mortes.

A concessionária responsável pela rodovia informou que acompanha as condições e pode estudar intervenções, mas não detalhou obras ou prazos para medidas como adição de guard-rails e redução de retornos.

Em Novo Hamburgo, uma comissão criada em julho busca viabilizar a construção de uma passarela para ligar o Kephas ao bairro Vila Nova, próxima ao Teatro Feevale; a EGR disse que vai contatar a prefeitura para definir o local.

16 — mortes na RS-239 de janeiro ao início de setembro de 2026

14 — acidentes que resultaram nesses 16 óbitos

12 — mortes em toda 2025

17 — mortes em 2024

"A rodovia exige atenção redobrada. É cercada de áreas urbanas", disse o capitão Thobias da Silveira, da Companhia de Polícia Rodoviária de Sapiranga, sobre os riscos e a necessidade de reduzir velocidade.

A assinatura da concessão do Bloco 1 das rodovias foi prevista para dezembro deste ano; as obras, com investimentos bilionários, devem começar em 2027, mas sem cronograma completo definido.