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Aracaju entrega 1.160+ certidões de regularização no 17 de Março

A ação integra o Projeto Escritura na Mão; Aracaju tem cerca de 25 mil imóveis pendentes de regularização.

Redação POLITICA.SE1 de out. de 2026 · 09h030 acessos📲 Enviar no WhatsApp
Aracaju entrega 1.160+ certidões de regularização no 17 de Março
Reprodução: ajn1.com.br

Mais de 1.160 famílias do bairro 17 de Março receberam certidões de regularização fundiária dos imóveis onde moram.

A entrega foi feita pela Prefeitura de Aracaju por meio da Secretaria Municipal da Família e Assistência Social (Semfas) e da Empresa Municipal de Obras e Urbanização (Emurb), dentro do Projeto Escritura na Mão.

A regularização garante segurança jurídica a moradores sem documentação e atende famílias que aguardavam há anos pela posse formal dos imóveis.

A prefeita Emília Corrêa destacou que a regularização é responsabilidade do poder público e citou mães solos entre as beneficiadas.

O secretário Luciano Paz disse que a determinação da prefeita levou à formação de um grupo com a Emurb e outros órgãos para ampliar a regularização fundiária na capital.

A diretora de Gestão Social da Habitação e Interesse Social da Semfas, Luciana Ribeiro, afirmou que a documentação valoriza imóveis e assegura cidadania aos moradores.

Moradoras beneficiadas — Crislaine Oliveira (13 anos no bairro), Léa Calazans (10 anos), Elineide Santos (10 anos) e Daniela Conceição (8 anos) — relataram alívio por agora terem a propriedade comprovada oficialmente.

Em agosto, a prefeita Emília Corrêa encaminhou à Câmara Municipal dois projetos de lei: um que autoriza até R$ 197,5 milhões, em parceria com a Caixa, para construir unidades nos bairros Santa Maria, Lamarão e 17 de Março, e outro para utilizar área pública em Lamarão para urbanização e novas moradias.

1.160+ — certidões entregues no 17 de Março

25 mil — imóveis pendentes de regularização em Aracaju

R$ 197,5 milhões — valor máximo previsto no projeto para novas unidades habitacionais (parceria com Caixa e recursos do FGTS e Novo PAC)

"É nosso dever trazer segurança jurídica para essas famílias que esperaram por anos e hoje eles podem dizer: essa casa agora é minha, está aqui o documento", disse a prefeita Emília Corrêa.

A próxima fase envolve tramitação dos dois projetos na Câmara Municipal de Aracaju.