37% dizem que educação melhorou por ação do governo; saldo positivo de 12 pontos
A vantagem aparece mais no Nordeste, entre mulheres e na base de renda, aponta rodada BTG/Nexus divulgada em 14/09.

37% dos eleitores afirmam que a educação melhorou por ação do governo federal desde 2023; 25% dizem que piorou — saldo positivo de 12 pontos.
A vantagem é maior no Nordeste (55% vs 15%) e entre eleitoras (40% vs 22%), com força também entre quem ganha até 1 salário mínimo.
A pesquisa BTG/Nexus entrevistou 2.003 pessoas por telefone entre 11 e 13 de setembro; margem de erro de 2 pontos percentuais e intervalo de confiança de 95%.
O reconhecimento ao impacto do governo na educação atinge 47% (vs 17%) entre quem tem Ensino Fundamental, 45% (vs 17%) entre a população inativa e 44% (vs 18%) entre quem se declara sem religião.
Outros recortes com vantagem clara: renda até 1 SM (44% vs 16%), 1 a 2 SM (41% vs 22%) e católicos (40% vs 21%).
Fronteiras de resistência aparecem no Sul (22% consideram melhora vs 33% que veem piora), no eleitorado evangélico (28% vs 34%) e entre trabalhadores formais (30% vs 32%).
A PEA informal registra 38% que viram melhora por ação do governo contra 24% que apontam piora; entre desocupados, 34% veem melhora e 28% piora.
A aprovação cresce com a idade: idosos acima de 60 anos 39% (vs 20% de piora), 41–59 anos 38% (vs 26%), e 16–24 anos 33% (vs 27%). Por tipo de município, Interior 38% (vs 25%) e Capitais 36% (vs 24%).
"A Educação reafirma-se como uma das marcas mais sólidas do governo federal, garantindo um saldo positivo expressivo de doze pontos na média nacional", disse Marcelo Tokarski, CEO da Nexus.
37% — eleitores que dizem ter melhorado a educação por ação do governo
25% — eleitores que dizem ter piorado por ação do governo
2.003 — entrevistas por telefone
11 a 13 de setembro — período da coleta
2 pontos — margem de erro (95% de confiança)