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Brasil cai 10 posições no ranking global de liberdade econômica

Índice de 2026 avaliou 176 países com dados do 2º semestre de 2024 ao 1º semestre de 2025; nota do Brasil caiu para 52,4.

Redação POLITICA.SP14 de set. de 2026 · 20h010 acessos📲 Enviar no WhatsApp
Brasil cai 10 posições no ranking global de liberdade econômica
Reprodução: www.poder360.com.br

O Brasil caiu da 124ª para a 134ª posição no Índice de Liberdade Econômica de 2026, com nota de 52,4 pontos.

O índice avaliou 176 países usando 12 componentes agrupados em Estado de Direito, tamanho do governo, eficiência regulatória e abertura de mercados; a nota final é a média simples dos 12 indicadores.

A edição de 2026 considera informações, em geral, do 2º semestre de 2024 ao 1º semestre de 2025; mudanças depois de 30 de junho de 2025 não entram na avaliação.

A Argentina foi a maior avançada: saiu da 145ª para a 106ª posição, com nota subindo de 49,9 para 57,4 entre 2024 e 2026; desde 2019 avançou 42 posições.

O Paraguai passou da 80ª para a 55ª posição, com nota de 66,4 em 2026 (era 60,1 em 2024); o Chile subiu de 21º para 17º e segue líder regional.

Uruguai caiu da 27ª para a 32ª colocação; o Peru foi de 49º para 56º; a Colômbia caiu de 84º para 91º entre 2024 e 2026.

O México recuou de 68º para 92º, com nota caindo de 62,0 para 59,8; Bolívia, Venezuela e Cuba ficaram entre as piores, em 168ª, 174ª e 175ª posições.

Portugal subiu de 29º para 27º, com 71,2 pontos; a Espanha foi de 55º para 53º, com 66,8 pontos.

Quatro países foram classificados como livres (nota ≥80); 27, como majoritariamente livres; 58, como moderadamente livres; média global ficou em 59,9 pontos, contra 59,7 em 2025.

A Heritage Foundation afirma que níveis maiores de liberdade econômica se relacionam a maior renda per capita e favorecem crescimento, investimento e desenvolvimento.