Brasil e México estreitam laços; Axia deve pagar R$ 1,3 bi ao STF
VI Reunião Binacional em 6 de agosto e memorando Petrobras‑Pemex reforçam cooperação; Axia programou dois pagamentos de R$ 650 milhões.

Brasil e México aprofundam cooperação política, econômica e empresarial, com a VI Reunião da Comissão Binacional em Brasília em 6 de agosto de 2026.
A aproximação inclui memorando de entendimento assinado entre Petrobras e Pemex em junho de 2026, com duração inicial de dois anos para avaliar cooperação em exploração, produção e processos industriais.
Empresas mexicanas como Grupo México, ASUR e a estatal Pemex participam de negócios que ampliam conexões com grupos brasileiros, segundo análise citada na matéria.
Paralelamente, a Axia Energia deve pagar duas parcelas de R$ 650 milhões, totalizando R$ 1,3 bilhão, para encerrar disputa no Supremo Tribunal Federal sobre indenização ligada à privatização da Cepisa.
Em junho de 2026, o STF informou que União, Piauí e Axia mantinham negociações para solução definitiva do caso; o pagamento em parcelas faz parte dessas negociações.
A Axia informou investimentos de R$ 3,117 bilhões no segundo trimestre de 2026, alta de 53% ante igual período, e lucro líquido ajustado de R$ 5,31 bilhões no primeiro semestre de 2026.
A declaração conjunta da Comissão Binacional destacou comércio, investimentos e energia como áreas prioritárias para ampliar a relação bilateral.
R$ 1,3 bilhão — pagamentos programados pela Axia para encerrar a disputa
R$ 650 milhões — valor de cada parcela
R$ 3,117 bilhões — investimentos da Axia no 2º trimestre de 2026
R$ 5,31 bilhões — lucro líquido ajustado da Axia no 1º semestre de 2026
Negociações entre União, Piauí e Axia seguem abertas após junho de 2026, com possibilidade de confirmação dos pagamentos nos termos divulgados.