Cinco empresas pedem mudanças e paralisações em linhas intermunicipais de Minas Gerais
Seinfra abriu prazo de dez dias para impugnações antes de decidir sobre alterações que incluem suspensões de até 360 dias.

Cinco empresas de ônibus pediram à Seinfra mudanças em linhas intermunicipais de Minas Gerais, incluindo paralisações, reorganizações e alteração de horários.
A Seinfra deu prazo de dez dias para impugnações antes de concluir os procedimentos publicados sobre os pedidos.
A Gontijo quer alterar horários da linha Belo Horizonte–Almenara: mudar uma partida convencional de terça para quarta e, nos serviços Executivo e Leito, substituir partidas de BH às 18h por saídas às 20h15 às segundas, quartas e sextas.
A Companhia Atual pediu paralisação por 360 dias de uma autorização entre Belo Horizonte e Juiz de Fora, ao mesmo tempo em que solicita retomar o serviço Executivo e criar e cancelar horários na categoria Executivo em ambos os sentidos.
Outro pedido da Atual reorganiza outra autorização Belo Horizonte–Juiz de Fora: cancelar partidas diárias às 12h e algumas saídas às 18h45, e criar viagens à 1h de segunda a sábado e partidas aos sábados à noite.
A Viação Riodoce requereu suspensão por 360 dias das linhas Capelinha–Novo Cruzeiro e Araçuaí–Novo Cruzeiro, ambas com Novo Cruzeiro como extremo da ligação.
A Empresa São Geraldo pediu paralisação da linha Diamantina–Felício dos Santos; a São Cristóvão propôs ampla reorganização de ligações entre Uberlândia, Unaí, Patos de Minas, Paracatu e Presidente Olegário.
O procedimento segue o rito recente da Seinfra: propostas são publicadas, ficam sujeitas a manifestações e, se deferidas, passam a integrar o quadro operacional da linha.
360 dias — tempo pedido para paralisação por Atual e Riodoce
A decisão final sairá após o prazo de dez dias para impugnações aberto pela Seinfra.