Clariana Barão acusa governo Lula de usar pessoas como "massa de manobra"
A candidata do DC criticou o Pacto Contra o Feminicídio e citou investimento em publicidade; governo apresenta dados de queda em feminicídios.

Clariana Barão afirmou nesta 3ª (25.ago.2026) que o governo de Luiz Inácio Lula da Silva "utiliza as pessoas como massa de manobra" e é "voltado para a publicidade".
Ela disse ser "veementemente contra o uso do dinheiro público para fins eleitoreiros" e citou o Pacto Nacional Brasil Contra o Feminicídio como exemplo de propaganda sem eficácia.
Clariana deu a declaração em entrevista em Brasília e afirmou que o pacto, assinado em fevereiro, teve "investimento de milhões de reais de publicidade" e não reduziu o problema.
A candidata apontou que, de março a julho, o feminicídio "só aumentou"; ela afirmou também que a primeira-dama Janja vai capitaneando o ato de 200 dias do pacto.
O governo registra redução de 3,2% nos feminicídios de janeiro a julho, ante o mesmo período do ano passado, e queda de 15,5% na média móvel de março a julho.
Clariana Barão, 39 anos, natural de Cuiabá (MT), é candidata à Presidência pelo Democracia Cristã; formada em direito, tem especialização em Gestão Pública e Direito Administrativo.
Ela assumiu em 2026 a presidência do diretório estadual do DC em Mato Grosso, foi lançada candidata em julho e substituiu a desistência de Joaquim Barbosa; sua chapa tem Fabiana Torquato como vice.
25.ago.2026 — data da entrevista em Brasília
fevereiro — assinatura do Pacto Nacional Brasil Contra o Feminicídio
3,2% — redução registrada pelo governo de janeiro a julho
15,5% — queda na média móvel de feminicídios de março a julho
"Estão entregando a imagem com investimento publicitário, e o problema segue sem solução", afirmou Clariana Barão em Brasília.
O próximo ato do Pacto Contra o Feminicídio será a marca dos 200 dias, capitaneada pela primeira-dama Janja.