Como o medo na volta do trabalho desafia o debate eleitoral sobre segurança pública
Informação publicada por Periferia em Movimento.

Trabalhadoras das periferias de SP contam como é voltar para casa de madrugada; especialista explica por que o tema não deve se resumir ao policiamento Há três anos, a autônoma Gabriela Ferreira saía todos os dias, à meia-noite em ponto, do Hospital da Mulher, no Centro de São Paulo. Se atrasasse, podia chegar em casa só às 4h da manhã, por causa da menor oferta de transporte público naquele horário. Antes mesmo de deixar o trabalho, ajeitava o taser debaixo da blusa. “A gente tem que sair com cara de doida”, diz Gabriela, que na época morava no Jardim Santo André, na zona leste da capital, e …
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