Conselho do FGTS eleva subsídio habitacional para R$ 13 bilhões
Valor recorde, aprovado por unanimidade em 10/9, aumenta em R$ 500 milhões a verba para o Minha Casa Minha Vida.

O Conselho Curador do FGTS aprovou por unanimidade nesta quinta (10/9) o aumento do subsídio habitacional para R$ 13 bilhões.
O ajuste representa um incremento de R$ 500 milhões sobre a previsão anterior de R$ 12,5 bilhões e é o maior valor já destinado a subsídios.
O montante financia descontos pagos com recursos do FGTS na compra de imóveis do programa Minha Casa Minha Vida e não tem reembolso ao fundo.
Têm direito ao subsídio compradores do MCMV nas faixas de renda 1 e 2, ou seja, quem ganha até R$ 5.000 mensais.
No fim de julho, o saldo acumulado do FGTS era de R$ 837,7 bilhões; em julho o conselho também aprovou distribuir cerca de R$ 13,04 bilhões em lucros de 2025 aos trabalhadores.
Em março, o conselho já havia alterado faixas e limites do MCMV: faixa 1 subiu de R$ 2.850 para R$ 3.200; faixa 2, de R$ 4.700 para R$ 5.000; e a faixa 3 passou de R$ 8.600 para R$ 9.600.
R$ 13 bilhões — novo total para subsídio habitacional em 10/9
R$ 500 milhões — aumento sobre a previsão anterior de R$ 12,5 bilhões
R$ 837,7 bilhões — saldo do FGTS no fim de julho
R$ 13,04 bilhões — distribuição de lucros aprovada para trabalhadores, referente a 2025