Elicezio Brum (Novo) fala de infraestrutura e segurança em entrevista em Passo Fundo
Candidato a deputado estadual participou do segundo dia da série da Rádio Uirapuru; rodada vai até 18 de setembro.

Elicezio Brum de Almeida, do Novo, foi entrevistado no segundo dia da rodada da Rádio Uirapuru com candidatos de Passo Fundo às Eleições 2026.
A série de entrevistas ocorre no programa Repórter do Povo e segue até 18 de setembro; ouvintes escolheram os temas logística e segurança via consulta do Grupo Uirapuru.
Elicezio é candidato a deputado estadual e disse concorrer para aumentar a representatividade de Passo Fundo na Assembleia Legislativa e no âmbito federal.
Esta é sua segunda eleição; ele já foi candidato em 2024 e definiu sua trajetória política como um processo de evolução: “É um processo que a gente tem que se aprimorando, conhecendo mais a política pra poder fazer um trabalho sério pro cidadão de Passo Fundo e cidadão gaúcho.”
Ao tratar de infraestrutura logística, Elicezio citou o projeto do deputado Felipe Camozzato para reativar trechos da malha ferroviária e duplicar rodovias.
Ele defendeu duplicações da RS-324 e da RS-135 em trechos da região de Passo Fundo e afirmou que o trem é importante para escoar a produção agrícola, hoje afetada pelo aumento dos insumos.
Sobre segurança pública, apontou preocupação com a segurança nas escolas e com a violência doméstica, e disse que câmeras nas ruas podem ajudar na prevenção dentro das escolas.
Elicezio afirmou, como pai, que se preocupa com ataques a instituições de ensino: “Eu como pai, antes de tudo, como cidadão, me preocupo muito e não quero que isso aconteça.”
Propôs reforçar policiamento com bases nos bairros, e dialogar com a população para elencar regiões prioritárias de atuação policial.
Nas considerações finais, afirmou que é preciso reduzir impostos para liberar recursos para infraestrutura e segurança, além de ampliar vagas escolares e investir em moradia e melhorias para famílias.
Ele concluiu defendendo empatia com crianças e idosos como responsabilidade de quem representa o povo: “Eu acredito que todos nós, como seres humanos, quando nós morremos, não vamos levar nada. Então a gente tem que ter, no mínimo, empatia com as crianças, com as pessoas idosas, que a gente tem essa responsabilidade como um representante do povo.”