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Ex-MBL disse em áudios: “Eu quero ver o cara morto” sobre Renan Santos

Áudios, fotos e vídeos — 378 arquivos — motivaram notícia-crime apresentada à Polícia Federal em 27 de agosto.

Redação POLITICA.SP18 de set. de 2026 · 04h030 acessos📲 Enviar no WhatsApp
Ex-MBL disse em áudios: “Eu quero ver o cara morto” sobre Renan Santos
Reprodução: www.metropoles.com

Glenda Varotto, ex-integrante do MBL, disse em gravação: “Eu quero ver o cara morto” sobre o presidenciável Renan Santos.

Renan Santos apresentou notícia-crime à Polícia Federal em São Paulo em 27 de agosto; Polícia Civil e PF instauraram inquérito que tramita em sigilo.

Foram reunidos 378 arquivos sobre Glenda — fotos, vídeos e principalmente áudios — produzidos majoritariamente entre janeiro e agosto deste ano.

Glenda, 34 anos, conhecida como Espectro Cinza, tem 180 mil seguidores no Instagram e se apresenta como “palestrante, escritora e criadora do Conciliacionismo (de gênero)”.

Renan Santos, 42 anos, é candidato à Presidência pelo partido Missão; a legenda obteve registro no TSE em novembro de 2025; pesquisa AtlasIntel o coloca em terceiro, com 5,1% das intenções de voto.

Glenda entrou no MBL em 2024, passou a integrar oficialmente o movimento no começo de 2025, colaborou escrevendo para a revista Valete e rompeu com o grupo no fim de abril deste ano.

Em áudios, Glenda descreve planos para causar “irritação, aborrecimento, ódio, vergonha, humilhação” a Renan e afirma que aliados como Ben Pontes, Mabel Palumbo e Gabriel Costenaro também “querem” a morte dele.

O ex-professor de inglês de Glenda gravou as conversas e disse ter ficado preocupado com as menções frequentes à violência; em agosto ele comentou: “Não acho que você quer matar mais ninguém, só ele”.

378 — arquivos reunidos (fotos, vídeos, áudios)

180.000 — seguidores de Glenda no Instagram

42 — idade de Renan Santos

5,1% — intenções de voto de Renan na pesquisa AtlasIntel

27 de agosto — data da notícia-crime apresentada à Polícia Federal

novembro de 2025 — registro da legenda Missão no TSE

"Por mim, desde que ele esteja morto, eu tô feliz", disse Glenda em uma das gravações, referindo‑se a Renan como “esse demônio”.

Glenda afirmou que os áudios são um “desabafo” dito “da boca para fora”, negou intenção real de matar e acusou o movimento de promover um “assassinato de reputação”.

A defesa de Renan pediu à PF instauração de inquérito, perícia do material e oitiva dos envolvidos; o caso segue tramitando em sigilo.