Gabriel diz que Propag é “ótimo” e defende parcelamento da dívida de R$179 bi
Candidato do MDB afirma que Minas opta por modalidade sem juros e cita calendário de pagamentos a partir de 2027

Gabriel Azevedo (MDB) afirmou que “o Propag é ótimo” e que só discordam quem não leu os documentos.
O Propag permite equalizar a dívida de Minas com a União, reconhecida em R$179 bilhões em 2025, por meio de parcelamento sem juros.
Gabriel comparou o acordo a pagamento de cartão de crédito sem juros, com correção pela inflação, e disse que o Estado ofereceu ativos equivalentes a 20% da dívida para a União escolher.
O candidato citou o cronograma de parcelas: em 2027 pagamento de 20% da parcela, depois 40%, 60% e 80%, e só no próximo mandato estadual a parcela cheia será paga.
Patrus Ananias (PT), candidato apoiado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), defende renegociação do que já foi acertado e proposta de investimentos em educação, saúde e segurança alimentar em troca dos pagamentos.
O projeto do Propag foi aprovado pelo Congresso e foi desenvolvido por Rodrigo Pacheco (PSB-MG) em parceria com o governo federal e com auxílio de Tadeu Martins Leite (presidente da ALMG, MDB).
Gabriel propôs revisar benefícios fiscais a empresas, estimados como renúncia próxima de R$27 bilhões neste ano, para reduzir custos da dívida.
R$179 bilhões — dívida de Minas reconhecida em 2025
20% (~R$35 bilhões) — ativos que o Estado disponibilizou à União
R$27 bilhões — estimativa de renúncia fiscal que Gabriel quer revisar
“Só discorda do Propag quem não leu, quem não teve a curiosidade de entender todos os processos”, disse Gabriel ao explicar a proposta.
Gabriel já colocou na agenda a revisão dos benefícios fiscais como medida prática para reduzir custos e complementar o acordo de renegociação.