Governistas dizem que ministro da Justiça esteve “apagado” na crise do STF
Crítica mira Wellington César Lima e Silva após afastamento do diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues; ministério publicou nota em 9.set.2026.

Governistas afirmam que o ministro da Justiça Wellington César Lima e Silva esteve “apagado” na crise do STF provocada pelo afastamento do diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, determinado por André Mendonça.
A avaliação de omissão aumentou a insatisfação no Planalto e levou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva a tratar publicamente do episódio.
Era esperado que Wellington fosse o interlocutor com o Supremo Tribunal Federal; a crítica é que ele não instituiu diálogo com a Corte nem blindou o presidente em situação ligada à Polícia Federal, órgão subordinado ao Ministério da Justiça e Segurança Pública.
O Ministério da Justiça publicou nas redes sociais, em 9.set.2026, um vídeo com posicionamento de Wellington em defesa da Polícia Federal, divulgado dias depois de a crise eclodir.
Em nota escrita, o ministério reafirmou que “todas as investigações conduzidas pela Polícia Federal deverão prosseguir com absoluta independência, rigor técnico e estrita observância da lei.”