Heringer renuncia e abre caminho para Aécio ao Senado em Minas
Marcelo Heringer desistiu da candidatura em 26/8; registro terminou em 15/8, mas a lei permite substituição por renúncia.

Marcelo Heringer renunciou à candidatura ao Senado em Minas nesta quarta (26/8), abrindo espaço para Aécio Neves.
O prazo para registro de candidaturas acabou em 15 de agosto; a legislação permite substituição em caso de renúncia, falecimento ou indeferimento.
Marcelo é irmão do presidente estadual do PDT, Mário Heringer; o PSDB de Aécio integra a coligação do PDT do candidato ao governo Alexandre Kalil, o que permitiria ao PSDB indicar um substituto.
Aécio Neves ainda não se manifestou publicamente sobre a possibilidade e oficialmente mantém a posição de não disputar o Senado.
Quando anunciou que não concorreria, Aécio disse que se dedicaria a ajudar a eleger uma boa bancada para os tucanos; na época aparecia bem colocado em pesquisas para o Senado por Minas, mas não foi testado desde a desistência.
A Federação PSDB Cidadania e o PDT em Minas afirmaram ter recebido "manifestações de correligionários, prefeitos, vereadores, deputados, militantes e lideranças" pedindo que Aécio reveja a decisão, e assinaram o chamado Paulo Abi-Ackel e Mário Heringer.
Próximo passo: a decisão depende de Aécio aceitar a candidatura; se ele aceitar, a coligação poderá formalizar a substituição junto à Justiça Eleitoral.