IA aponta chances dos candidatos de Jundiaí à Alesp: quem tem mais voto
Análise prevê probabilidades de eleição e destaca quociente estadual como fator decisivo para 2026.

IA prevê probabilidades de eleição dos principais candidatos de Jundiaí à Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), com impactos no quociente eleitoral estadual.
O quociente eleitoral do Estado será determinante: candidatos precisam ampliar votos fora de Jundiaí para alcançar a vaga.
João Paulo (PL): eleitorado conservador em bairros periféricos e igrejas evangélicas; busca bolsonaristas de centro-direita alinhados ao governo estadual e ao ex-prefeito Luiz Fernando Machado; tira votos de candidaturas conservadoras religiosas de fora; dobradinha com Luiz Fernando Machado reforça estrutura; possibilidade de eleição: 70% a 80%.
Edicarlos Vieira (União Brasil): liderança no Vetor Oeste (Jardim Novo Horizonte/Almerinda Chaves); base entre trabalhadores do comércio e serviços; mira eleitores da região central e urbanos; tira votos de João Paulo (PL) e Albino (Novo); dobradinha com Ellen Martinelli amplia alcance feminino; possibilidade de eleição: 50% a 60%.
Pedro Bigardi (PCdoB): eleitorado progressista incluindo professores e servidores; recall por ter sido prefeito e ex-deputado estadual; busca centro moderado e jovens universitários; tira votos de candidatos progressistas de fora; possibilidade de eleição: 45% a 55%, condicionada ao desempenho da federação PT/PCdoB/PV no Estado.
Faouaz Taha (PSD): vereador e ex-presidente da Câmara de Jundiaí, perfil moderado de centro-direita; base empresarial e juventude; busca eleitorado urbano de classe média/alta que valoriza gestão e inovação; disputa voto tradicional de centro-direita; precisa vencer a barreira de votos fora de Jundiaí; possibilidade de eleição: 45% a 55%.
Danilo Joan (PP): empresário e ex-prefeito reeleito de Cajamar com histórico de obras e infraestrutura; mira eleitores de Jundiaí e cidades vizinhas que priorizam emprego e desenvolvimento; disputa votos com PL, PP e Republicanos; conta com forte financiamento; enfrenta resistência bairrista em Jundiaí; possibilidade de eleição: 65% a 75%.
Dika Xique-Xique (Podemos): comerciante nordestino e vereador em Jundiaí; apelo popular em bairros periféricos e entre migrantes nordestinos; mira classes C, D e E em Jundiaí, Várzea Paulista e Campo Limpo Paulista; disputa com lideranças populares locais; alta presença em campanha e apoio partidário; precisa expandir votos na região; possibilidade de eleição: 35% a 45%.
Marly Caldas (PSOL): liderança progressista de Várzea Paulista e nome da federação PSOL/REDE; pauta feminista e serviços públicos; mira jovens, acadêmicos, movimentos sociais e servidores; disputa votos com PT e PDT locais; tende a concentrar esquerda ideológica em Várzea Paulista; possibilidade de eleição: 10% a 15% (viabilidade focada em suplência).
70%–80% — possibilidade de eleição de João Paulo (PL)
65%–75% — possibilidade de eleição de Danilo Joan (PP)
50%–60% — possibilidade de eleição de Edicarlos Vieira (União Brasil)
45%–55% — possibilidade de eleição de Pedro Bigardi (PCdoB) e Faouaz Taha (PSD)
35%–45% — possibilidade de eleição de Dika Xique-Xique (Podemos)
10%–15% — possibilidade de eleição de Marly Caldas (PSOL)
A cidade de Jundiaí mantém tradição de representação na Alesp, o que torna a corrida local relevante para o cálculo do quociente estadual.
A próxima etapa concreta para os candidatos é ampliar votação fora de Jundiaí e obter legenda com quociente suficiente no Estado.