Economia

Mauro Vieira defende união dos setores produtivos do BRICS contra protecionismo

Discursou em 11/09, em Nova Delhi, e citou participação de mais de 15 grandes empresas brasileiras no fórum

PRedação Política.SP11 de set. de 2026, 21h34· 24 acessos
Mauro Vieira defende união dos setores produtivos do BRICS contra protecionismo
Reprodução: operamundi.uol.com.br

O ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, pediu nesta sexta (11/09), em Nova Delhi, aproximação dos setores produtivos do BRICS para combater o protecionismo.

O Brasil foi representado no Fórum Empresarial do BRICS por altos funcionários de mais de 15 grandes empresas, afirmou o chanceler.

Vieira citou que o comércio do Brasil com membros do BRICS já supera um terço do total das exportações do país.

Pelo Mercosul, o Brasil assinou acordos de livre comércio com três grandes parceiros em três anos e negocia em outras seis frentes.

Em 2024, o Brasil lançou uma reforma tributária ampla para simplificar o sistema, disse o ministro.

Vieira afirmou que, em 2025, o Brasil foi o terceiro maior receptor de investimento estrangeiro direto, com mais de US$ 77 bilhões.

Ele participou também de reunião bilateral com o ministro das Relações Exteriores da Índia, Subrahmanyam Jaishankar, para tratar das relações bilaterais e da pauta da Cúpula do BRICS.

A cúpula do BRICS ocorre neste fim de semana e deve incluir a guerra no Oriente Médio entre os temas principais.

11/09 — data do Fórum Empresarial do BRICS em Nova Delhi

mais de 15 — número de grandes empresas brasileiras presentes

1/3 — participação dos membros do BRICS no comércio brasileiro total

3 acordos em 3 anos — acordos de livre comércio assinados pelo Mercosul

US$ 77 bilhões — investimento estrangeiro direto recebido pelo Brasil em 2025

"Num momento em que a economia global está ameaçada pelo protecionismo, pela coerção econômica e pelas sanções unilaterais, aproximar os nossos setores produtivos é mais importante do que nunca", disse Mauro Vieira no fórum.

O próximo passo é a Cúpula do BRICS neste fim de semana, onde países discutirão a agenda econômica e a guerra no Oriente Médio.

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