Michelle contesta autorização de Moraes para visitas a Bolsonaro
Assessoria diz que decisão de 10 de setembro é mais restritiva que o pedido protocolado em 31 de agosto

Michelle Bolsonaro contesta decisão de Alexandre de Moraes que autorizou visitas de familiares a Jair Bolsonaro.
A assessoria afirma que a autorização de 10 de setembro é mais restritiva que a petição de 31 de agosto e prejudica atos de campanha de Michelle no Distrito Federal e em outros estados.
Os advogados de Jair Bolsonaro protocolaram a petição em 31 de agosto pedindo que sogros ou cunhadas, o pai, a madrasta e as irmãs de Michelle pudessem permanecer na residência da família durante ausências dela, independentemente do motivo.
A solicitação visava evitar repetição do episódio de 1º de agosto, quando Michelle passou mal, foi internada e sua irmã só pôde ficar na residência após autorização judicial.
Moraes, relator da Execução Penal 169/DF, autorizou em 10 de setembro apenas visitas — nas quartas-feiras e aos sábados, por duas horas e em horários específicos — não a permanência dos familiares.
A assessoria contesta relatos que apresentam a decisão como permissão para que os familiares permaneçam na residência durante as ausências de Michelle, e classifica a medida como restritiva.