Patrão pode falar de política? Veja quando vira assédio eleitoral
Informação publicada por Metrópoles São Paulo.

Belo Horizonte — O patrão pode dizer em quem vai votar? Defender um candidato na frente dos funcionários? E falar que a vitória de determinado político poderá trazer consequências para a empresa? Em ano de eleição, a linha entre a manifestação de uma opinião e o assédio eleitoral no ambiente de trabalho pode ser mais tênue do que parece. A ameaça de demissão, inclusive, não precisa ser explícita. Pressões, promessas de vantagens, reuniões para tratar das eleições e até insinuações sobre o futuro da empresa podem configurar assédio eleitoral, dependendo do contexto. “O empregador e seus gestore…
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