Petrobras e Marinha assinam protocolo para atuar na Margem Equatorial
Acordo prevê cooperação logística, segurança e pesquisa para apoiar exploração que pode durar décadas.

Petrobras e Marinha assinaram em 20.ago.2026 um Protocolo de Intenções para cooperação na Margem Equatorial.
O acordo amplia o apoio logístico e de segurança à exploração de petróleo que pode se estender pelas próximas décadas, com o Amapá podendo virar produtor em até 7 anos.
O protocolo foi assinado por Magda Chambriard, presidente da Petrobras, e pelo Almirante de Esquadra Marcos Sampaio Olsen, comandante da Marinha, na sede da Marinha no Rio de Janeiro.
As instituições vão cooperar em logística offshore, monitoramento e proteção marítima, resposta a emergências e busca e salvamento, energias alternativas, pesquisa científica, desenvolvimento tecnológico, capacitação de recursos humanos e descomissionamento de unidades offshore.
Petrobras e Marinha já cooperam em pesquisa aplicada, conhecimento oceanográfico, segurança marítima e operações offshore.
Em 2025, a parceria contribuiu para ampliar os limites da Plataforma Continental brasileira em aproximadamente 360 mil quilômetros quadrados na Margem Equatorial por meio do LEPLAC.
41 bilhões de barris — estimativa mínima de reservas na Margem Equatorial, segundo o governo federal
360 mil km² — aumento dos limites da Plataforma Continental brasileira em 2025 via LEPLAC
7 anos — prazo estimado pela Petrobras para o Amapá poder se tornar produtor
A Petrobras afirmou em 21.ago: "A iniciativa contribui para ampliar a capacidade do Brasil de conhecer, proteger e desenvolver, de forma responsável, os recursos estratégicos do mar".
Serão realizadas novas perfurações e estudos para comprovar volumes e viabilidade econômica na costa do Amapá.