PF investiga aluguel de mansão em Brasília usado por Lulinha
Imóvel no Lago Sul foi alugado por assinatura de Rafael Arbex em 2024; ex-funcionários dizem que Lulinha e Roberta receberam visitas e fizeram reuniões

A Polícia Federal apura o aluguel de uma mansão do Lago Sul, em Brasília, pela empresária Roberta Luchsinger para Fábio Luís da Silva, o Lulinha.
A documentação do contrato foi assinada por Rafael Nicolau Arbex em 2024, segundo a imobiliária que participou da negociação.
A imobiliária diz que Roberta visitou o imóvel e participou da negociação; ex-funcionários afirmam que Roberta e Lulinha recebiam visitantes e realizavam reuniões na casa.
A mansão fica em condomínio fechado no Lago Sul, com acesso restrito; o aluguel médio na região é de R$ 240 mil por ano.
Lulinha é alvo de três inquéritos no Supremo: um no Ministério da Saúde (suspeita de tráfico de influência e corrupção em negociações sobre cannabis medicinal), outro ligado à Dataprev (suposta tentativa de firmar contratos com o governo) e um terceiro, sobre uso do nome de Lula em favor de empresas, cujo pedido de inquérito está em análise.
Em 30 de julho, a Polícia Federal pediu autorização ao Supremo Tribunal Federal para investigar Lulinha por supostos crimes de corrupção e tráfico de influência relacionados à autorização para comercialização de canabidiol pelo governo federal.
R$ 240 mil — aluguel médio anual no Lago Sul
2024 — ano em que Rafael Arbex assinou a documentação
3 — número de inquéritos contra Lulinha no Supremo