Programa Remédio em Casa de Praia Grande entrega remédios a mais de 600 pacientes
Sesap faz 80–120 entregas semanais, já ultrapassou 1.000 entregas nos primeiros meses de 2026.

O Programa Remédio em Casa de Praia Grande leva medicação ao domicílio de mais de 600 pacientes, com motoboys da Secretaria de Saúde Pública (Sesap).
O serviço realiza de 80 a 120 entregas por semana e totalizou mais de 1.000 entregas nos primeiros meses de 2026.
O programa atende acamados, pessoas com dificuldade de locomoção que usam medicamentos de uso contínuo e alguns pacientes que precisam de remédios de alto custo fornecidos pelo Governo do Estado.
Para aderir, o paciente ou representante deve ir à Unidade de Saúde da Família (Usafa) com receita original e cópia, RG, CPF e comprovante de residência, e assinar termo de adesão para receber medicação exclusivamente em casa.
Para medicamentos de uso contínuo, o paciente recebe na hora medicação para 30 dias; o técnico em farmácia envia documentação à Sesap, que insere o paciente no cronograma regional.
O cronograma prevê entrega domiciliar por um ano, dividida em quatro entregas trimestrais; ao fim do ano é preciso renovar a receita e atualizar o cadastro.
Se houver alteração na prescrição, o paciente pode entregar a nova receita ao agente comunitário de saúde durante a visita domiciliar, que repassa ao técnico de farmácia para atualização no sistema.
Para remédios de alto custo fornecidos pelo Estado, a solicitação é feita na Usafa; a Sesap reúne a documentação, envia ao órgão estadual, retira os itens na sede regional em Santos e distribui em Praia Grande.
"O Programa Remédio em Casa foi uma inovação na saúde do Município", disse o secretário de Saúde Pública, Isaías Lima, e a Sesap prevê ampliar o serviço para mais diagnósticos e medicamentos.
Mais de 600 — pacientes atendidos
80–120 — entregas semanais
+1.000 — entregas nos primeiros meses de 2026
3496-2416 — telefone da Central de Medicamentos, segunda a sexta, das 7h às 16h
O próximo passo é ampliar o programa para novos diagnósticos e mais medicamentos, segundo a Sesap.