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Protesto em Caracas contra acordo petrolífero assinado em 28 de agosto

Trabalhadores e professores rejeitam entrega de reservas que, segundo Trump, daria controle de 65 bilhões de barris aos EUA

PRedação Política.SP19 de set. de 2026, 21h33· 26 acessos
Protesto em Caracas contra acordo petrolífero assinado em 28 de agosto
Reprodução: horadopovo.com.br

Trabalhadores e professores protestaram em Caracas contra o acordo petrolífero assinado em 28 de agosto.

O acordo foi firmado em 28 de agosto entre os Estados Unidos e o governo interino de Delcy Rodríguez e, segundo Trump, garante “controle majoritário” sobre mais de 65 bilhões de barris de reservas.

Nessa quinta-feira, em frente à Universidade Central da Venezuela, manifestantes exibiram cartazes com frases como “O pior contrato de petróleo do mundo” e “Tirem Trump da Venezuela!”; participaram professores, trabalhadores universitários e membros de partidos venezuelanos.

Donald Trump publicou nas redes sociais: “Os Estados Unidos da América acabam de fechar um acordo com a Venezuela: o maior acordo petrolífero da história mundial!” e afirmou que o pacto dará controle sobre mais de 65 bilhões de barris.

Manifestantes e cidadãos rejeitaram o acordo por considerá-lo uma rendição de soberania, descrevendo-o como adaptação da “Doutrina Donroe”, versão da Doutrina Monroe apontada como intervencionista.

O presidente da Federação dos Trabalhadores Universitários, Eduardo Sánchez, pediu respeito às condições de vida do povo e declarou: “Não somos colônia de ninguém... é uma violação da Constituição da República Bolivariana da Venezuela.”

28 de agosto — data da assinatura do acordo

65 bilhões de barris — controle majoritário que, segundo Trump, o acordo entrega aos EUA

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