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Rui Costa Pimenta chama veto a candidatos de "manipulação"

O candidato do PCO declarou isso em entrevista nesta 6ª (21.ago.2026) e reafirmou oposição à Lei da Ficha Limpa.

Redação POLITICA.SP21 de ago. de 2026 · 19h312 acessos📲 Enviar no WhatsApp
Rui Costa Pimenta chama veto a candidatos de "manipulação"
Reprodução: www.poder360.com.br

Rui Costa Pimenta disse nesta sexta (21.ago.2026) ser contra a proibição de candidaturas e chamou vetos de "manipulação".

O PCO, partido que preside, afirma se opor à Lei da Ficha Limpa desde sua criação e defende que eleitores decidam os candidatos.

Pimenta falou ao jornalista Leonardo Gimenes no estúdio do Poder360, em Brasília, e criticou o processo no Supremo Tribunal Federal que tornou Jair Bolsonaro inelegível.

Bolsonaro foi condenado por cinco crimes, entre eles tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito e golpe de Estado, segundo o processo citado por Pimenta.

Pimenta chamou a inelegibilidade de Bolsonaro de "absurda" e disse que o caso está "marcado por inúmeras irregularidades" que, para ele, seriam causa de nulidade.

Sobre Anthony Garotinho, Pimenta criticou o cumprimento da sentença por improbidade administrativa referente a 2005; os recursos foram esgotados em 2018 e o cumprimento foi determinado em agosto de 2026.

Rui Costa Pimenta tem 69 anos; começou no movimento estudantil na ditadura, ajudou a fundar o PT em 1980, rompeu em 1992 e fundou o PCO em 1995, que dirige desde então.

Esta é a 4ª vez que Pimenta concorre à Presidência: disputou em 2002, 2010, 2014 e agora em 2026.

21.ago.2026 — data da entrevista

5 — crimes pelos quais Bolsonaro foi condenado

2005 — ano do processo de improbidade de Garotinho

2018 — esgotamento de recursos de Garotinho

agosto de 2026 — cumprimento da sentença de Garotinho

69 anos — idade de Rui Costa Pimenta

4 — vezes que Pimenta concorreu à Presidência (2002, 2010, 2014, 2026)

"Eu acho que quem deve decidir quem são os candidatos é o povo", disse Pimenta no estúdio do Poder360.

Pimenta manteve a defesa pública de que cortes não deveriam ter poder para impedir candidaturas.