Saúde inicia transição da insulina NPH para glargina em Piquiri
A ação começa segunda (31), às 13h, na ESF do Piquiri, em projeto-piloto do SUS

A Secretaria Municipal da Saúde inicia na próxima segunda-feira (31), às 13h, na Estratégia de Saúde da Família do Piquiri, a transição da insulina humana NPH para a insulina análoga de ação prolongada glargina no SUS.
A prioridade nesta fase inicial será crianças e adolescentes de 2 a 18 anos incompletos com diabetes tipo 1 e idosos com mais de 70 anos com diabetes tipo 1 e 2.
A roda de conversa na ESF do Piquiri mobiliza pacientes diabéticos para esclarecer rotina e adesão ao novo tratamento.
A farmacêutica Adriele Severo, coordenadora da Farmácia Municipal do SUS e da Farmácia de Medicamentos Especializados, e a enfermeira Luciane Ely Batista acompanham a implantação do projeto-piloto.
A transição será gradual, feita com avaliação individual dos pacientes pelas equipes de saúde e mediante repasse de estoques da glargina pelo Ministério da Saúde.
A glargina tem ação de até 24 horas e aplicação única diária, facilitando a manutenção dos níveis de glicose.
O projeto-piloto resulta do Grupo de Trabalho da Insulina, implementado pelo governo em novembro de 2025.
O SUS garante assistência integral às pessoas com diabetes, com diagnóstico, monitoramento e tratamento conforme quadro clínico; a Atenção Primária é a porta de entrada e o acompanhamento é feito por equipes multiprofissionais.
R$ 250,00 — custo aproximado na rede privada para dois meses de tratamento com glargina.
“É um medicamento mais moderno, de ação prolongada, que beneficia a rotina dos pacientes por facilitar a adesão ao tratamento”, disse a secretária municipal da Saúde, Camila Barreto.
Conforme a distribuição avançar, a Secretaria Municipal da Saúde anunciará o cronograma do projeto-piloto pelas demais unidades de saúde da rede.