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Assédio eleitoral ganha atenção com seminário e 738 processos registrados

CNJ realizou seminário em Brasília nesta quarta; Justiça do Trabalho contabiliza 738 casos entre 2023 e 2026.

Redação POLITICA.TO17 de set. de 2026 · 20h310 acessos📲 Enviar no WhatsApp
Assédio eleitoral ganha atenção com seminário e 738 processos registrados
Reprodução: conexaoto.com.br

O assédio eleitoral volta a ganhar atenção com a aproximação das Eleições 2026.

A Justiça do Trabalho registrou 738 processos sobre assédio eleitoral entre 2023 e 2026.

Nesta quarta, 16, o Conselho Nacional de Justiça realizou em Brasília o seminário "Assédio Eleitoral e o seu Enfrentamento", voltado à prevenção, identificação e combate à prática.

O Tribunal Superior Eleitoral e o Ministério Público do Trabalho mantêm a mobilização "No meu voto mando eu", que reúne informações sobre assédio eleitoral e orienta denúncias relacionadas a relações de trabalho.

No ambiente de trabalho, ameaças de demissão, promessas de vantagem, cobrança sobre o voto, participação obrigatória em atos de campanha e constrangimentos por preferência política podem configurar assédio eleitoral.

A prática viola a liberdade de escolha do trabalhador e acarreta responsabilização nas esferas trabalhista e eleitoral.

Vítimas devem procurar o MPT via site, telefone, e-mail ou presencialmente na sede da Procuradoria Regional do Trabalho do Estado para formalizar denúncia e solicitar preservação de identidade.